POLÍTICA X CONTROLE DE NATALIDADE
De acordo com dados levantados
pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 16 milhões de
pessoas no Brasil são consideradas extremamente pobres. Os casos mais críticos
são encontrados no nordeste do país, onde 20% das populações do Maranhão e do
Piauí são consideradas pertencentes a esta situação. Visando a erradicação da
pobreza, o governo federal pretende ampliar benefícios do Bolsa Família para
mulheres com filhos de até seis anos.
Ao ouvir esta notícia hoje pela
manhã eu fiquei a refletir: Onde vamos parar com tanta criança nascendo? Tanta
desigualdade e má distribuição de renda. Será que é para manter os votos das
pessoas carentes e deixá-las na escuridão do conhecimento para que não aprendam
como devem cobrar aos seus governantes? Este país tem jeito? Uns dirão que sim,
falarão em mais educação, emprego, igualdade de distribuição de renda, etc. (o
velho discurso de sempre), outros dirão que não. Acho que deveríamos começar a
estudar a possibilidade de termos um controle de natalidade.
Provavelmente, irão aparecer
várias opiniões, uns contra, outros a favor e algumas ideias divergentes da
minha. Em suma, ninguém sabe como arrumar este país. Qualquer solução que você
tente encontrar vai ter alguém para criticar. Sendo assim, a gente nunca faz
nada porque tudo que pensamos terá sempre um descontentamento com a ideia
lançada, aí ficamos só na teoria e nas promessas, sem sair do lugar. Ninguém
aceita a opinião do outro, sempre achando que vai aparecer uma melhor. Será que
nossos governantes estão a esperar para ver se o "crack" faça-os
desaparecer (matando-os), é triste, mas é a realidade, sem trabalho e sem
alimento, vão se jogar na criminalidade e consequentemente nas drogas.
Este ano tem eleição. Pense bem
em como proceder. Vote e cobre os projetos do seu candidato, não fique a lhe
pedir nada, pois se ele te der algo, o que vais cobrar dele se ele já pagou o
seu voto.
Não diga que odeia política, aprenda
a votar e a cobrar de quem recebeu seu voto. O candidato eleito tem o dever de
trabalhar em busca de benefícios para sociedade e não em prol dele mesmo ou dos
empresários que bancaram sua campanha. A causa é coletiva não individual.

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